Grandes Heresias
As heresias sempre nos acompanharam desde o início da Igreja até os nossos tempos atuais. Geralmente elas sempre tiveram início por membros da hierarquia da Igreja, mas eram combatidas e corrigidas pelos Concílios e Papas. Felizmente temos a promessa de Cristo de que as heresias jamais prevalecerão contra a Igreja: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat 16,18), pois a Igreja é verdadeiramente, nas palavras do Apóstolo Paulo, “coluna e sustentáculo da verdade” (1Tim 3,15).
Hoje em dia basta
darmos uma olhada no catálogo telefônico para encontrarmos em qualquer cidade
do mundo, uma denominação religiosa que nos diga exatamente aquilo que queremos
ouvir. Algumas ensinam que Jesus não é Deus, ou que Ele é a única pessoa da
Trindade, ou que existem muitos deuses (três dos quais são o Pai, o Filho e o
Espírito Santo) ou que nós podemos nos tornar “deuses”, ou que uma pessoa uma
vez salva, jamais poderá perder sua salvação, ou que não existe inferno, ou que
o homossexualismo é apenas mais uma expressão da sexualidade humana, portanto
um estilo de vida aceitável para um cristão, ou qualquer outro tipo de
ensinamento.
A Bíblia nos advertiu
que isso ocorreria. O Apóstolo Paulo avisou ao seu aluno Timóteo: “Porque virá
o tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados
pelas suas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão
mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas”.
(2Tim. 4,3-4).
O que é heresia?
Antes de darmos uma
olhada nas grandes heresias da história da Igreja, cumpre-nos dar algumas
palavras sobre a natureza da heresia. Isso é muito importante já que o termo em
si carrega um forte peso emocional e frequentemente é mal utilizado. Heresia
não significa o mesmo que incredulidade, cisma, apostasia ou qualquer outro
pecado contra a fé. O Catecismo da Igreja Católica define a heresia do seguinte
modo:
“Incredulidade é
negligenciar uma verdade revelada ou a voluntária recusa em dar assentimento de
fé a uma verdade revelada. Heresia é a negação após o batismo de algumas
verdades que devem ser acreditadas com fé divina e Católica, ou igualmente uma
obstinada dúvida com relação às mesmas; apostasia é o total repúdio da fé
cristã; cisma é o ato de recusar-se a submeter-se ao Romano Pontífice ou à
comunhão com os membros da Igreja sujeitos a ele” (CIC §2089).
Para ser culpado de
heresia, uma pessoa deve estar obstinada (incorrigível) no erro. Uma pessoa que
está aberta à correção ou que simplesmente não tem consciência de que o que ela
está dizendo é contrário ao ensinamento da Igreja, não pode ser considerada
como herética.
A dúvida ou negação
envolvida na heresia deve ser pós-batismal. Para ser acusado de heresia, uma
pessoa deve ser antes de tudo um batizado. Isso significa que aqueles
movimentos que surgiram da divisão do Cristianismo ou que foram influenciados
por ele, mas que não administram o batismo ou que não batizam validamente, não
podem ser considerados heresias mas apenas religiões separadas (exemplos
incluem Muçulmanos que não possuem batismos e Testemunhas de Jeová que não
batizam validamente).
E, finalmente, a dúvida
ou negação envolvidos na heresia devem estar relacionados a uma matéria que
deve ser crida com “fé Católica e divina” – em outras palavras, alguma coisa
que tenha sido definida solenemente pela Igreja como verdade divinamente revelada
(por exemplo, a Santíssima Trindade, a Encarnação, a Presença Real de Cristo na
Eucaristia, o Sacrifício da Missa, a Infalibilidade Papal, a Imaculada
Conceição e Assunção de Nossa Senhora).
É especialmente
importante saber distinguir heresia de cisma e apostasia. No cisma, uma pessoa
ou grupo se separa da Igreja Católica sem repudiar nenhuma doutrina definida.
Já na apostasia, uma pessoa repudia totalmente a fé cristã e não mais se
considera cristã.
É interessante notar
como, de uma forma ou outra, a imensa maioria destas heresias permanece…
Esclarecidas as
diferenças, vamos dar uma conferida nas maiores heresias da história da Igreja
e quando elas começaram:
Os Judaizantes (Séc. I)
A heresia Judaizante
pode ser resumida pelas seguintes palavras dos Atos dos Apóstolos 15,1: “Alguns
homens, descendo da Judéia, puseram-se a ensinar aos irmãos o seguinte: ‘Se não
vos circuncidais segundo o rito de Moisés, não podeis ser salvos'”.
Muitos dos primeiros
Cristãos eram Judeus, e esses trouxeram para a Fé cristã muitas de suas
práticas e observâncias judaicas. Eles reconheciam em Jesus Cristo o Messias
anunciado pelos profetas e o cumprimento do Antigo Testamento, mas uma vez que
a circuncisão era obrigatória no Antigo Testamento para a participação na
Aliança com Deus, muitos pensavam que ela era também necessária para a
participação na Nova Aliança que Cristo veio inaugurar. Portanto eles
acreditavam que era necessário ser circuncidado e guardar os preceitos mosaicos
para se tornar um verdadeiro cristão. Em outras palavras, uma pessoa deveria se
tornar judeu para poder se tornar cristão.
Uma forma “light” desta
heresia é a dos Adventistas de Sétimo Dia e outras seitas sabatistas.
Gnosticismo (Séc. I e
II)
“A matéria é má!” –
Esse é o lema dos Gnósticos. Essa foi uma idéia que eles “tomaram emprestado”
de alguns filósofos gregos e isso vai contra o ensinamento Católico, não apenas
porque contradiz Gênesis 1,31: “Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo
era muito bom”, bem como outras partes da Sagrada Escritura, mas porque nega a
própria Encarnação. Se a matéria é má, então Jesus não poderia ser verdadeiro
Deus e verdadeiro homem, pois em Cristo não existe nada que seja mau. Assim
muitos gnósticos negavam a Encarnação alegando que Cristo apenas “parecia” como
homem, mas essa sua humanidade era apenas ilusória.
Alguns Gnósticos,
reconhecendo que o Antigo Testamento ensina que Deus criou a matéria, alegavam
que o Deus dos Judeus era uma divindade maligna bem diferente do Deus de Jesus
Cristo, do Novo Testamento. Eles também propunham a crença em muitos seres
divinos, conhecidos como “aeons” que servem de mediadores entre o homem e um
inatingível Deus. O mais baixo de todos esses “aeons” que estava em contato
direto com os homens teria sido Jesus Cristo.
Esta heresia permanece
de maneira quase igual na chamada “Nova Era”. Em outras formas, aliás, ela não
deixa de ser a heresia de base de muitas outras, como o protestantismo (com sua
negação dos Sacramentos e da Maternidade Divina da Santíssima Virgem,
decorrentes de uma visão gnóstica segundo a qual a religião verdadeira é
puramente espiritual: Igreja invisível, sem meios visíveis de transmissão de
graça etc.).
Montanismo (final do
Séc. II)
Montanus iniciou
inocentemente sua carreira pregando um retorno à penitência e ao fervor.
Todavia ele alegava que seus ensinamentos estavam acima dos ensinamentos da
Igreja porque ele era diretamente inspirado pelo Espírito Santo. Logo, logo ele
começou a ensinar sobre uma eminente volta de Cristo em sua cidade natal na
Frígia. Seu movimento enfatizava sobretudo a continuidade dos dons
extraordinários como falar em línguas e profecias.
Montano afirmava que a
Igreja não tinha capacidade de perdoar pecados mortais. Esta heresia, de uma
certa forma, está presente em muitas seitas atuais, cuja rigidez de costumes
traz esta idéia no fundo. Um exemplo seria a “Assembléia de Deus”, ou até a
seita suicida africana.
Sabelianismo
(Princípio do Séc. III)
Os Sabelianistas
ensinavam que Jesus Cristo e Deus Pai não eram pessoas distintas, mas
simplesmente dois aspectos ou operações de uma única pessoa. De acordo com
eles, as três pessoas da Trindade existem apenas em referência ao
relacionamento de Deus com o homem, mas não como uma realidade objetiva.
Esta visão também está
presente em muitos movimentos “ecumênicos” protestantes atuais, especialmente
entre as seitas mais antigas. Nosso Senhor para eles dissolve-se em uma vaga
“divindade”.
Arianismo (Séc. IV)
Uma das maiores
heresias que a Igreja teve que confrontar foi o Arianismo. Arius ensinava que
Cristo não era Deus e sim uma criatura feita por Deus. Ao disfarçar sua heresia
usando uma terminologia ortodoxa ou semi-ortodoxa, ele foi capaz de semear
grande confusão na Igreja, conquistando o apoio de muitos Bispos e a rejeição
de alguns. O Arianismo foi solenemente condenado no ano 325 pelo Primeiro
Concílio de Nicéia, o qual definiu a divindade de Cristo e no ano 381 pelo
Primeiro Concílio de Constantinopla, o qual definiu a divindade do Espírito
Santo. Esses dois Concílios deram origem ao Credo Niceno que os Católicos
recitam nas Missas Dominicais.
Os “Testemunhas de
Jeová” têm esta crença, assim como os Unitarianos.
Pelagianismo (Séc. V)
Pelagius, um monge
gaulês deu início a essa heresia que carrega seu nome. Ele negava que nós
herdamos o pecado de Adão e alegava que nos tornamos pessoalmente pecadores
apenas porque nascemos em solidariedade com uma comunidade pecadora a qual nos
dá maus exemplos. Da mesma forma, ele negava que herdamos a santidade ou
justiça como resultado da morte de Cristo na cruz e dizia que nos tornamos
pessoalmente justos através da instrução e imitação da comunidade cristã,
seguindo o exemplo de Cristo.
Pelagius declarava que
o homem nasce moralmente neutro e pode chegar ao céu por seus próprios
esforços. De acordo com ele, a graça de Deus não é verdadeiramente necessária,
mas apenas facilita uma difícil tarefa.
Nestorianismo (Séc.
V)
Essa heresia sobre a
pessoa de Cristo foi iniciada por Nestorius, bispo de Constantinopla que negava
a Maria o título de Theotokos (literalmente “Mãe de Deus”). Nestorius alegava
que Maria deu origem apenas à pessoa humana de Cristo em seu útero e chegou a
propor como alternativa o título Christotokos (“Mãe de
Cristo”).
Os teólogos Católicos
ortodoxos imediatamente reconheceram que a teoria de Nestorius dividia Cristo
em duas pessoas distintas (uma humana e outra divina, unidos por uma espécie de
“elo perdido”), sendo que apenas uma estava no útero de Maria. A Igreja reagiu
no ano 431 com o Concílio de Éfeso, definindo que Maria realmente é Mãe de
Deus, não no sentido de que ela seja anterior a Deus ou seja a fonte de Deus,
mas no sentido de que a Pessoa que ela carregou em seu útero era de fato o Deus
Encarnado.
Creio que todo mundo já
identificou o protestantismo pentecostal neste heresia, não? Bom, isso na
verdade é, no protestantismo, apenas uma maneira a mais de menosprezar a
Encarnação. Note-se que S. João escreveu seu Evangelho em resposta aos
gnósticos, e fez questão de comecá-lo pela Encarnação. Isto ocorre porque a base
gnóstica do protestantismo (e tbm, de uma certa maneira, do nestorianismo)
recusa-se a admitir que Nosso Senhor tenha realmente assumido a nossa natureza.
É por isso, por exemplo, que Lutero afirmava que o pecado do homem não é jamais
apagado, mas apenas encoberto por Deus. Para ele, Nosso Senhor mentiria,
afirmando que o homem não tem pecado, para que ele entre no Céu. É mais fácil
para um gnóstico crer em um deus que minta que em um Deus que se faz
verdadeiramente homem, com mãe e tudo.
Monofisismo (Séc. V)
O Monofisismo
originou-se como uma reação ao Nestorianismo. Os monofisistas (liderados por um
homem chamado Eutyches) ficaram horrorizados pela implicação Nestoriana de que
Cristo era duas pessoas com duas diferentes naturezas (divina e humana). Então
eles partiram para o outro extremo alegando que Cristo era uma pessoa com uma
só natureza (uma fusão de elementos divinos e humanos). Portanto eles passaram
a ser reconhecidos como Monofisistas devido à sua alegação de que Cristo
possuía apenas uma natureza (Grego: mono= um; physis= natureza).
Os teólogos Católicos
ortodoxos imediatamente reconheceram que o Monofisismo era tão pernicioso
quanto o Nestorianismo porque esse negava tanto a completa humanidade como a
completa divindade de Cristo. Se Cristo não possuia a natureza humana em sua
plenitude então Ele não poderia ser verdadeiramente homem e se Ele não possuía
a natureza divina em plenitude, então Ele também não era verdadeiramente Deus.
Iconoclastas (Séc.
VII e VIII)
Essa heresia surgiu
quando um grupo de pessoas conhecidos como iconoclastas (literalmente,
destruidores de ícones) apareceu. Esses alegavam que era pecaminoso fazer
estátuas ou pinturas de Cristo e dos Santos apesar de exemplos bíblicos que
provam que Deus mandou que se fizesse estátuas religiosas (por exemplo, em Ex
25,18-20 e 1Cr 28,18-19), inclusive representações simbólicas de Cristo (Num
21,8-9 e Jo 3,14).
Tem um em cada esquina
hoje em dia…
Catarismo (Séc. XI)
O Catarismo foi uma
complicada mistura de religiões não-Católicas trabalhadas com uma terminologia
Cristã. O Catarismo se dividia em muitas seitas diferentes que tinham em comum
apenas o ensinamento de que o mundo tinha sido criado por uma divindade má
(portanto toda matéria é má) e que por isso devemos adorar apenas a divindade
do bem.
Os Albigenses formavam
uma das maiores seitas Cátaras. Eles ensinavam que o espírito foi criado por
Deus e que por isso era bom, enquanto o corpo teria sido criado pelo Mal,
portanto o espírito deveria ser libertado do corpo. Ter filhos era considerado
pelos albigenses um dos maiores males já que isso era o mesmo que aprisionar um
outro “espírito” na carne. Obviamente o casamento era proibido, embora a
fornicação fosse permitida. Tremendos jejuns e severas mortificações eram
paticadas e seus líderes adotavam uma vida de voluntária pobreza.
Alguns aspectos da
gnose cátara hoje são parte integrante da mentalidade geral em nossa sociedade:
o horror à concepção, o amor à fornicação (infelizmente há católicos que aderem
a esta mentalidade e praticam sem as necessárias razões graves a abstinência
periódica de relações conjugais nos dias férteis)…
Protestantismo (Séc.
XVI)
Os grupos Protestantes
se dividem em uma ampla variedade de diferentes doutrinas. Todavia,
virtualmente todos alegam acreditar no princípio da Sola Scriptura (“apenas a
Escritura” – idéia que defende o uso apenas da Bíblia ao formular sua teologia)
e Sola Fide (“apenas pela Fé – a idéia de que somos justificados somente pela
Fé). Apesar disso, existe pouca concordância sobre o que essas duas
doutrinas-chave realmente significam. Por exemplo, Lutero acreditava que a fé
salvífica é expressa pelo batismo, pelo qual, segundo ele, uma pessoa renasce e
seus pecados são perdoados, ao passo que muitos Fundamentalistas alegam ser
essa uma falsa pregação e que o batismo é meramente um símbolo.
A grande diversidade de
doutrinas Protestantes advêm da doutrina do julgamento privado, a qual nega a
infalível autoridade da Igreja e alega que cada indivíduo pode interpretar a
Escritura por si próprio. Essa idéia é rejeitada pela própria Bíblia em 2Ped
1,20, que nos dá a primeira regra para a interpretação bíblica: “Antes de tudo,
sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal”. Uma
significante tática dessa heresia é a tentativa de confrontar a Igreja com a
Bíblia, negando que o magistério possua qualquer autoridade infalível para
ensinar ou interpretar as Escrituras.
A doutrina do
julgamento privado resultou em um enorme número de diferentes denominações. De
acordo com o The Christian Sourcebook, existiam aproximadamente 21,000
denominações em 1986, com 270 novas se formando a cada ano. Virtualmente todas
elas são Protestantes.
Jansenismo (Séc.
XVII)
Jansenius, bispo de
Yvres, França deu início a essa heresia num jornal em que ele escreveu sobre
Santo Agostinho, no qual ele redefinia a doutrina sobre a graça. Entre outras
doutrinas, seus seguidores negavam que Cristo morreu pela salvação de todos os
homens, alegando que Ele havia morrido apenas por aqueles que serão finalmente
salvos (ou seja, os eleitos). Este e outros erros Jansenistas foram
oficialmente condenados pelo Papa Inocêncio X em 1653.
O jansenismo, infelizmente,
é hoje encontrado em muitos meios ditos “tradicionalistas”. Este debate é
frequentemente provocado pelas objeções que muitos fazem à má tradução do Cânon
Romano, que traz “por todos” (e não “para muitos”) como tradução de “pro
multis”. Esta tradução está errada como tradução, mas não é teologicamente
errada, pois afirma ser o Sacrifício de Cristo suficiente para todos. Os
neo-jansenistas, porém, afirmam que teologicamente também está errada.
Modernismo (Séc. XX)
Os modernistas ensinam,
essencialmente, que o homem é incapaz de compreender a realidade e que as
“verdades” são meramente idéias relativas. Para o modernista não existem
verdades absolutas. As doutrinas que foram infalivelmente definidas pela Igreja
podem portanto serem mudadas com os tempos, ou rejeitadas ou reinterpretadas
para se adaptarem às modernas preferências.
O Modernismo está entre
as mais sérias heresias porque permite a uma pessoa rejeitar qualquer doutrina
que foi definida, inclusive aquelas mais cêntricas como a divindade e
ressurreição de Cristo. Essa heresia permite a reintrodução de todos os erros
das heresias anteriores, bem como novos ensinamentos falsos que os antigos
heréticos jamais imaginaram.
O Modernismo é
especialmente grave porque ele frequentemente advoga suas crenças usando uma
terminologia aproximadamente ortodoxa. O erro é frequentemente expresso através
de uma nova interpretação simbólica, por exemplo: Cristo não ressuscitou
fisicamente dos mortos, mas a história de sua ressurreição produz uma
importante verdade. Uma das táticas mais comuns usadas pela maioria dos
modernistas é insistir na premissa de que eles estão dando a interpretação
ortodoxa das verdades do Catolicismo.
Por: Gercione Lima
Jaime Francisco é criador deste site. É Apologista Católico, Historiador, Estudioso da Igreja Primitiva e das doutrinas protestantes no Brasil e na América Latina. Publicou 04 obras em defesa da Fé Católica: "As diferenças entre Igreja Católica e Igrejas Protestantes" " Porque estes Protestantes tornaram - se Católicos" " Lavagem Cerebral e Hipnose no meio Protestante" e 150 Respostas Católicas aos 150 Ataques Protestantes. Maiores informações sobre os livros: www.respostascatolicas.webnode.com.br Nestes últimos anos tem estudado profundamente sobre Psicologia e fenômenos relacionados à demônologia.