Apologética Católica

 

Vítimas prediletas da infestação


         Se bem que qualquer pessoa possa ser vítima desse tipo de tormento diabólico, Mons. Balducci indica três categorias de pessoas que estariam mais sujeitas a ele: os santos, os exorcistas e demonólogos, e os maleficiados (vítimas de malefício).

          Os santos, por causa do ódio que o demônio tem daqueles que de modo especial amam a Deus e procuram a perfeição; isto, do lado da intenção do demônio; do lado da permissão divina, esta é dada como provação especial a almas muito eleitas. Vários santos a experimentaram. Entre os antigos, basta lembrar Santo Antão; do mesmo modo Santa Catarina de Siena (1347-1380); São Francisco Xavier (1506-1552); Santa Teresa de Jesus (1515-1582); Santa Maria Madalena de Pazzi (1566-1607); São João Batista Vianney, o Cura d’Ars (1786-1859) São João Bosco (1815-1888); Santa Gemma Galgani (1878-1903).*

        Os exorcistas e demonólogos: a razão é tão óbvia que quase não é preciso dá-la; os primeiros, com seu ministério, fazem diminuir a presença do demônio no mundo e libertam suas vítimas; os segundos, com seus estudos, esclarecem os fiéis com relação à existência e atividade demoníacas. Os maleficiados (vítimas de malefício), por permissão de Deus, para seu castigo, ou provação, ou para manifestar o poder divino. ( Cf. Mons. C. BALDUCCI, El diablo, p. 179.)

             Esta Santa leiga, grande mística, recebeu os estigmas da Paixão, tinha frequentes visões de Nosso Senhor e de Nossa Senhora, e um comércio quase contínuo com seu Anjo da Guarda. Foi muito atormentada pelo demônio que a espancava com uma vara durante horas e horas, às vezes a noite inteira, causando-lhe profundas esquimoses no corpo, que duravam vários dias, até que Nosso Senhor as curasse. Perseguia-a por toda a parte, em casa, na rua, na igreja, com aparições, assumindo o aspecto de um cachorro, de um gato, de um macaco, de pessoas conhecidas, ou de homens ferozes e espantosos.

           Várias vezes um desses homens horríveis a jogou na lama quando saia de casa para ir comungar. O demônio lhe aparecia também sob a figura de seu confessor, Mons. Volpi e outras debaixo da aparência do Anjo da Guarda, chegando a confundi-la; de certa feita o Maligno assumiu a figura de Jesus flagelado, com o coração aberto e todo ensanguentado, para pedir-lhe maiores penitências, com a dupla finalidade de fazer deteriorar sua já delicada saúde e incitá-la a desobedecer o confessor que as havia proibido ( Mons. C. BALDUCCI, El diablo PP. 179-181).

Jaime Francisco é criador deste site. É Apologista Católico, Historiador, Estudioso da Igreja Primitiva e das doutrinas protestantes no Brasil e na América Latina. Publicou 03 obras em defesa da Fé Católica: "As diferenças entre Igreja Católica e Igrejas Protestantes" " Porque estes Protestantes tornaram - se Católicos" e " Lavagem Cerebral e Hipnose no meio Protestante" Maiores informações sobre os livros: www.respostascatolicas.webnode.com.br   Nestes últimos anos tem estudado profundamente sobre Psicologia e fenômenos  relacionados à demônologia.

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