Apologética Católica

  A Bíblia tornou-me um Católico!

Testemunho do ex pastor Paul Whitcomb



               Um dos muitos Protestantes que finalmente descobriram esta verdade foi um homem chamado Paul Whitcomb.

               Paul Whitcomb era um ministro Protestante cujos intensos estudos das Sagradas Escrituras o fizeram aceitar a Igreja Católica como a única verdadeira Igreja edificada na Bíblia. Isso é explicado em um folheto já esgotado chamado A Bíblia me Tornou um Católico.

               O Sr. Whitcomb estudou as Escrituras através do método “interpretação por correlação”.

               O método funciona da seguinte maneira. Ele focava em determinada frase das Escrituras, como por exemplo “Filho de Deus”, e procurava nas Escrituras cada vez que aquela frase era usada, a fim de encontrar a verdade Bíblica do significado daquela frase.

               Quando usou esta interpretação por correlação para a palavra “Igreja”, foi levado a uma descoberta inesperada (resumida aqui em quatro pontos).

               1) Sua primeira descoberta, disse, foi de que a “Igreja” na Bíblia era definida como “um corpo” – e não somente um corpo humano, mas um Corpo Divino – o Corpo Místico do Próprio Cristo.

              "Ele é também a Cabeça daquele corpo que é a Igreja" (Colossenses 1,1

              “Ora, vocês são o corpo de Cristo e membros dele cada qual por sua parte” (I Coríntios 12,27)

              “Pois somos membros do seu corpo” (Efésios 5,30)

               2) O Sr. Whitcomb também descobriu que esta Igreja não era um corpo desmembrado, mas sim um corpo unificado.

               “Haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10,16)

                “Eu lhes dei a Glória que me destes, para que eles sejam um, assim como nós somos um” (João 17,22).

                “Há um só corpo e um só espírito, como também uma só esperança… um só Senhor, uma só Fé, um só Batismo" (Efésios 4:4-5).

                O Sr. Whitcomb percebeu claramente que este corpo – a Igreja – era constituído como único: único em membros, único em crença, único em adoração, e único em governança.

                3) Então ele percebeu que esta Igreja deve ser uma Igreja de ensinamentos. E não apenas isso, mas uma Igreja de ensinamentos infalíveis:

                “De Deus recebi todo o poder no céu e na terra. Portanto vão e façam de todos os povos discípulos meus, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar o que eu ordenei” (Mateus 28,18-20).

                4) Percebeu que Nosso Senhor pedia a divina proteção para aquela autoridade que ensinava:

                “Eu lhes disse estas coisas enquanto permaneço com vocês. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar-lhes em Meu nome, ele lhes ensinará todas as coisas e lhes recordará tudo o que eu lhes disse. Quando vier o Paráclito, que eu lhes enviarei da parte do Pai, ele dará testemunho de mim, porque desde o princípio estão comigo” (João 14,25-26 – 15,26-27)

                Leu também em I Timóteo 3,15:

                “Enquanto lhe escrevo isso …que você saiba como se comportar na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”.

                 Após ler tudo isso, ele notou: "Eu estava perturbado pela descoberta dessa verdade Bíblica … pois [como Protestante] não era membro de uma Igreja que ensina, muito menos de uma Igreja que ensina a verdade infalível”.

                 Pois essa “igreja” nem existe no sistema Protestante.

                 O Sr. Whitcomb continua:

                 “A Igreja da qual eu era membro, como todas as outras igrejas Protestantes, ao contrário, mantinha que a Bíblia é a única distribuidora e garantia da verdade divinamente autorizada, que se alguém será salvo ele deverá aprender através da Bíblia o que deve fazer para ser salvo. De acordo com a crença Protestante, a única responsabilidade da Igreja é garantir aos “salvos”, aqueles que professam Cristo como Senhor e Salvador, um lugar onde possam se reunir na ‘comunhão da oração’”.

                “Isso, apesar do fato de que nos primeiros quatrocentos anos não havia uma bíblia Cristã publicada;

                “Apesar do fato de que nos próximos mil anos até a invenção da imprensa escrita, havia pouquíssimas Bíblias;

                 “Isso apesar do fato de que aqueles que fizeram da Bíblia sua única regra de Fé inventaram centenas de regras de fé conflitantes;

                 “Isso apesar do fato de que a própria Bíblia afirma que muitos que a interpretam privadamente (II Pedro 3,16) a interpretarão erroneamente”.

                 Para encurtar a história, O Sr. Whitcomb explicou que a única “Igreja” que se encaixava na descrição de “Igreja” encontrada na Bíblia, era a Igreja Católica. (Ele também percebeu que a Bíblia não diz tudo, como João 21,25 nos diz “há muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que seriam escritos”)

                 Foi a Igreja Católica, segura em sua infalível autoridade outorgada por Nosso Senhor que nos deu a Bíblia, e é somente pela autoridade da Igreja Católica que sabemos com certeza que a Bíblia é a verdadeira palavra de Deus. Foi por isso que Santo Agostinho, no século quarto falou: “Eu não acreditaria nos Evangelhos, caso a autoridade da Igreja Católica não me movesse a fazê-lo” (C. ep. Man. 5,6; cf. C. Faustum 28,2).

 

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